BCCPAM0001175-6-1200000000000

‘Capitulo II. Dos Advogados,: qed? Porque fe o foffe, & feguindo-fe fentenga _ gemorte, ov mutilacad, nad feria licito ao 16 advogat neltes cafos , pois fe incorre emirregulatidade. ; i: we. Padre, foy em cata Civil. ©, Haima decifaé de direito Canonico , _ picap. Clerici , de pofiulande , qué os Cleripos de Menores , ou Mayofes na6 podem ‘Ser Advogados perante o Juiz fecular: Clerici onatu , dy fupra ( diz o capitulo ci+ tado , @’ he do Concilio Lateranenfe cap. 13. ode Alexandre VII.) ¢> in ordinibus minoribus , fi fipendiis Ecclefiafticis fu- mtur , coram feculare Fudice Advocatt in is fecularibus fieri non praefimant. Po- como adverte o mefmo texto , fe o Cle- de ovate ee ad fe ate ie _ yenda Eeclefiaftica, na6 fe the prohi exercitar o Officio de Advogado. Oe “32 Mas:diga-me: v.m. advogou em algué ' ma caufa propria? Porque ifto na6 fe prohi- be jantes 6 diteito 0 peraiitte no capitulo ci- ' tado: Nifipropriam califam , aut Ecclefie fua fuerine profecuti, Se ’ P. Padre, naé foy em hegocio menu, © pO, Boy’ pata defender algummas peffoas def- @mparadas:, que nad tinhad © difpoficad feguirem as caufas , comofa6 os pupillos, vinvas, 6c? Porque tambei fiefte ca _ mitrem os Candnes n capitilo citado ao tipo, aadvogat: Ant ‘pro mi li- Beis Sactiaascgis pro a canfas admi- e Pare ton poffunt. ee sii je PENG ma Padre, a6 erdd pefloas de fla qualidade. C, Fraa caufa‘déalgum feu parente?: Por= tambem Tee licenga o direito , tnt wn Sucerdocis, frmal:de pafiulando, pod (= | foa tieceflita do patrocinio do Clerigo , vel (2 je ee immineat’) pro perfonis conjunétis. E. _ diz Barbofa, €'olittos , que allega Machado tom.2, lib) arp. ti 1F. 4 dotum. 4. 2.4. que ilto ” fe pode extender aos amigos, ¢ que eftes fe enténde naquelle perfonis conjunttis. — . _ © P. Nad erad meds parentes, nem ‘amigos aquelies , quepatrocinei nas fuas caufas. =, Defendia v.n, muitos pleitos de huma er?! ~ >< B, ‘Nad, Padre j defendia hum {6, e acabado ~ efRépentrava com outto, °° 6 ee “YC. Nab obftanté a prohibigaé Canonica , ‘Garcia,¢ Fr. Martinho de S. Jozé, re- s por Diana wbi ie diz Machado loco cit. fer cotvictim , qué’ poderd'o Clerige “pur hiitli negocio, €acabado efte ; to- +6; e depois’ outro; © que tenho pot el; porque o ‘cap. Cleric? Citado , diz; foe ando no aumero plurar, que - te fe péde applicat aos Procuradorés ‘) 2 ! ad? ptohitido , que poffa toifiat 4 feu cargo hum negocio, © acabado efte, outro, e depois outro. 33 P. Padte, acebfo-ime, que deixei de jejuar alguns dias de preceito , pelo trabalho do meu Officio. C. ‘Traballiava ¥.m. todo o dia? P. Sim , Padre. C. Leandro do Sacramento p.3.tr .§.di/p 8. 4. 122. com Pafqualigo, e outfos, julga pot provavel, que os Advogados, Juizes , e Procu- radores, que trabafha6 todo o dia no feu Of: ficio ( enad de outro modo ) na6-eftad obri« gados a jejuar ; porqueo feu trabaltio he mui- to, fendo ta6 contitivado , pe oe por to- do o dia. Aindaque Azor, Ledefma; e ou- tros teferidos por Leandro ibidem tem o con tratio ; porque julga6 , que o trabaltio he’/pou- co. E’Torrecitha fobre a Propoficad conde- nada por Alexandre VII. #. 11. he defentir, que na6 éft4 condenada efta opiniaé de Le- andro. ce CAP tae see * Do Officio ,e Eftado dos Procuradores, 34° O Officio des Procuradorés he thuy femelhante ao dos Adyopados ,¢ quafi tudo © que fica no capitulo anteceden* 3 Os quaes peccad gravemente , fendo Proeurado- res em caufas injuftas , de tenue probabilidas de, ou de poucas , ou nenhumas vezes ‘fe- guem os Juizes; tem hade fer Procuradot em tantos negocios , G nad lhe pofla dar expedi- gad com prefteza. Eftd o Procutador obrigado - a teftitair, fe o pleiro fe perde por culpa fua lata, ouleve: teth péde introduzir dilagoens fuperfluas , nem fazer guerra ad fet contra- tio, com falfidades , ¢ enganos. Deve fallar com tlareza as partes , dizer-Ihe aLua aa do negocio , que intenta, fe ha ae bern fundadas , ou'nad, de fair com vittoria, na6 facilitar as difficuldades, nem fazer a pori- te de prata, {endo caminho de ferro. O Pro- curador exeommungado.na6 péde exetcitat © feu Officio , fenad com as condicoens , qué dicemos dos Advogailos; e fe forem Cletigos, ou Beneficiados, ou f¢ eftiverem eae. t4 de Ordem Sacra, nao pédem exercitar 6 Of- ficio de-Procutadofes em Ttiburiaes fecula- tes, fenaG com as cofidigoens , que temos di- to, dos Advopados. E(tad obrigados a defen< et de #raca aos pobres, nos cafos , em qi m1. rigacad os Advogados’, cor ilalobes tom, 2. Summ. tr. 18.dif th. 6. © feu Officio he defender afaa parte dos 6s éattiinhos jaftos , que puder , me nad a Ruth tempo muitos negocits , icdens. para accufar rebeldias , pedir dila- . Ihe pertarbaria a quiet ga6 para'fe Coat eoucIbt &c, Tem pron iGao pata en em aDeos : logo nad Ihes ferd poderem allegat couio vs A yopades, € oa

RkJQdWJsaXNoZXIy NDA3MTIz