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pa, porénthavia prova aa , ef NS procurowv.m: fazer alguma dili- gencia.para o abfolver ? Gomo he perfuadir sacculador por fi, ou por meyode algumas: sffoas Religiofas ,. que defiftifle da caufa, ou iyrallo por outros caminhos ?, -P, Fiz quanto me foypoffivel para o livrar, wém -o.accufador inftou de modo ; que nad remedio fenaéd dara fentenga.: . ©, »Gravemente duvida6 os: Authores fo- efte cafa,. quando o Juizfabe que algum innocente, e conférme aallegado, e pro- yo achajcom; culpa, que deve o Juiz ? Santo: Thomds 2.2. 4.67. art.2. in cor- r. e outros muitos fentem , que neftecafo ode o Juiz condenar; porque a noticia, plena de que elle —_ guietem.do -cafo , he particular ;-¢ em quanto: _ gdar ‘a fentenga,, obra como. peffoa publica,’ ~ conforme oallegado:, ¢ provado, Outros fad. 1 sfentir, que nad pdéde o Juiz nefte cafo con; denar-ao innocente, Affim oenfina Leffio'de @ juredsib.rtap. 29.fub, 19,.". 78. com) , Adriano, Angelo,e- outros. Porque diz,: _ que o matar ao) ihnocente com authoridade: ~ humana heintrinfecamente m4o , Como 0 co- nhecer a mulher alhéyas 10g aflim como o _ que fabe decerto , que nahe mulher propria > aque affirmad, e jurad muitos, que ella he fua, " nad a pode conhecer fem peccar|, tambemco _ Jnizinaé poderd condenar ao reo, que fabe de gerto fer innecente’, aindaque pelo allegadoy: _ eprovado fe acheeftar culpado.Ambas asopi~; " fivens (a6, proyaveis , como affirma Machado tom.2.11b.6.p. 2. tr. 1. documigein f n. 4 Be Diane oJuiz deve fazernefte cafo; he ufat de todos:os, meyos pofliveis para abfover;ao» _ innocent » folicitando que: accufador defi- ' fta da accufagad : examinar as teftemunhas, trez, @oQuatro vezes , patarver fe as.pdde fa- _zervariar, inftruindo-as na verdade do.cafa,. deixar aberte.o.carcere,, fe pode, fem efcan- dalo , paraqueo prefo fe retire : procure di- _ latar aceaufa,, quanto pudet,; Persave o,tem- | po, e medjaneiees pofla6 moderar o furor do - _acculadons-¢ partes : folicite que nas vifitas y San veg. eS > que,fe coftumad fazer aos carceres, feja efte perdoado,,eabfoluto , dando informagaéd fer. creta, fe -importar, da innocencia daquelle “homé:; e ultimamente, ufe derodos os meyos") " pogiveis para.o livear :-e fe nadpuder , dizem, podem BoAvthores da: fegunda fentenga., queideve. airar OV aioie Juicdphinane fejacomn go da ptopria vida. Veja-fe-Dianap 55 fre, homicidio ref0l.22. Sexreinlo mer eer saufas, Civeis , e ainda:nds-criminaess. fe hade por por modode penadigu~, ulta pecuniaria, ou. defterra, privagad. ou de Beneficio, he fentirde 5 = 84, que.o viz, G tem noticia particular, ©) Gap. T. Dos Juizés, .% ot » 2 rit da juttiga de huma das partes, €@ prova he ao cOtrario; fe depois de tentados todos os mey- os para manifeftar a verdade, nad aproveita- rem. , que péde julpar conférme 0 allegado, € provado’; o que tem provavel Machado mbt JSupra.,e otegue como mefmo Leffio , e Gaf- par Hurtado, Diana p;-10.tr.15: refoh, 16. 16 °°P) Padre , accufo-me , que em huma caufa, que felitigava perante mim, moftrei'a huma daspartes as infotmagoens da outra.” » GC, Moftrou'v.m-a ambas as partes as razo4 ens , que cada huma tinha contra a outra? > - P:Na6, Padre, {6a huma, quetinha comi+ g0 alguma amifade, lhe moftrei as razoens SORE Ilo, MLO VIBE? .. api O.Cardeal Mes tom, 2. dejuft. ¢» jur: 37. fe.15. n. 283. diz; que per fe loquen- do nad he illietto s0Jais molitte isin das’ partes litigantes as razoens da outra, por ami- fades porque ifto diz) ¢onduz paraque o Juiz’ fe faga mais: fenhor:da caufa, vendo como! huma ‘das partes diffoive as all da ou: tra? \porém sccrefcenta,, que nad he licito ao Juiz moftrar as razoens de huma das partesa outra , ¢ na6 moftrar a outra as razoens deltas} porque: ifto’ he fazer accepgad de peffoas op?’ poltasia equidade , que o Juiz deve ter. E jul’ 20; que ifto fempre he materia perigofa, por que eftd: expofta a, muitas’ trapagas,e engas’ nos, queos litigantes pédem armar coma vi~ {ta das rozoens, e:proyas , que dd a parte’con-. traria. JS). & ee CIRO >. Badverte Sanches: in Confil. tom. 1. lib’ 3. tap: -unic. dub: 44-00 ult. que nab: heclicito: a" qualquer das partes ufurpar as razoens, e pro~' vas a3 outra para as ver;nem pedillas 40 cria- do do Juiz, ou do Advogado, ou ao Impreflor,* nem a efte dallas, nem.ao Efcrivad dar o tress? lado delias , falvo 'em ca to.y\ que aontra parte teoha vito tambenras:razoens:defta': :enefte cafo'las poderd dar-o criado do Juiz) 6u.do Advogado, ou o lmpreflor:, | mas meeaeter de duvida.:!: 3). 26 svinv, Qiso shen atbivib “ob 17. P. Padre, accufolme, que embhumd’ fentenga ‘condeneisa hum reoem pena pe- cuniaria , @cappliquei.a .condenaga6" para mim, sweviehineveoosi sup ,swoqgud, 9. CyeHevimeJuiz perpéetuo ,. como fad os° Duques , Marquezes,, ou Condes nas fugs ter~' ras? Porque’ eftes:depois de dada a fentenca, applicar parain npeha pecuniaria. Sans” ches #bi “pr: dub: Bourges 5s) snp. toavtb PsQrmen Officio-de Juin naé-eray ned shen defla-qualidade: pm-oNo2e-,21b6F 1. Qt: -G, Applicon v.mns ach anpena: pecuniaria: antes , ou oiside dadaia fentengat:*> ez ob - Bi Depoiside datlaca fentengas ysis. Cy Enti o reowappeilagaG? otnomi bs P. Nao , Padre. beans isp segssb sift EGG -Q, HaiLey.5 ov ceaige prnnrenre 2

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