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V.Part.11I.Do modo de adminift.a Extrema-Uncad, 73 ¥ias Unétiones , &e. tual para poder receber efte Sacramento ; e uns DD, aconfelha6o quev.m. fez diz mais Alberto Magao no Marial cap. 72. jhante cafo. Outrosdicera6, quefe ¢~74.que MARIA Santiflima Senhora Nof- gir {6 hum fentido ;e dizer: Per ifa {a recebeo a Extrema-Ungad , como refere » 1 Bagionens » re. Indulgeat tibi Domi- Santo Antonio p. 3. titul. 14. cap. 8..§. 4. idquid deliquifti, per vifum, auditum ,o- neftas palavtas; Ponit Albertus » quod Bea- gufium , tactum , & greffum: Porém ta MARIA in morte fe fecerit imungi, ficut igo, que ifto naé.deixadefe encontrar etiam communicavit , & boc non quia mdigeret, ya condenag26 de Innocencio XI. naPro- cumnullum peccatunt, etiam veniale., nec reli- primeira , e conférmeifto, he preci- quias peccatt effent inea, fed ut praberet fide- ofeguro em coufas, de que por in- /ébus in omnibus exemplum bumilitatis, ¢r vite de Chrifto Senhor Noffo pendeo va- Christiane, O mefmo fente Silveftre in’ Rofa dos Sacramentos , quaes {aa materia, fér- Aurea, Bernardino de Bufto,e Canifio, como e tengad do Miniftro: Sed fic eff, que affirma Soares tom, 2.i3.p.q. 87.art. 4. difp, gdoutrinas tocad no fubftancial do Sacra- 18. feé#. 3..§. Solum igitur, da Extrema-Unga6;eaindaquenoef- 98 Tambem fe pode adminiftrar efte Sa- ivo fejaé provaveis, he mais feguroo cramento aos que elta6 féra do feu juizo, a- rio, como fe pode ver em Bafleo verbo inda queelles, por naé eftarem capazes de Unitio 1. . 9. §. Quamvis, d §.Ve- 1az36, o nad tenhad pedido, fe antes de ca- ogo naO fe poderad ja feguir eftas ¢ na loucura o pedirad interpretativamen- x RR ae USE + ‘te, vivendo como Chriftaos , e lembrando-fe pela mefma raza julgo nad fepo- da falvagad eterna ; o que fe hade prefumir, uit o que affirma Diana fs. tr.3.refol, nad conitando coufa em contratio , como diz ' fa,eoutros, Barbofa 9 Mee. ap 22.0.13.a0n- 2Ce :podiad mui- de fegue efta doutrina, citando a outros. cerdotes ungir no mefm pa enss7 15.465 pO arn ames mo, humemhtifentido,eoutroemoutro, = $$$PAR TE IV. . . 2, ual a féra n Do modo, que 0 Paroco hade obfervar no tocan- te ao Teflamento dos enfermos, rina feja {6 provavel, z ‘SMR Ey aN ye de Lae} pee egura , e pende do x N 4° intento tratar aqt ; “com que os Teftamen Zet 5 famento, nao fe pdde feg ando o mais feguro. E afi ' ) pratt be ertado morrer o enfermo fem recebet’a ner as fu Zas , OUC ma-Ungao , do que expor o Sacramento las, q em 1 materia ,. por- go de indecencia, por na fer efte Sacra- que ift tado mais copiofo. Sé de neceflidade de precei he de tratar i lgumas coufas , que verencia do Sacrar Par for deve faber , para qua- dre, accufo-me det /o enfermo lhe pedir confelho, em ordem pofigoens do feu Te- — - o faccedér dif- — que T orque na ConfiflaG, que elle me fez , a ue nad tinha algum peccado aCtual, que a. e conheceffe, Kae Aa aa, _ C, Dice v.m. que nad fe fizeflem muitos ©. Deve darfe o Sacramento da Extrema-' gaftos nas exequias, fem apparato ,nem gran- — G40 aos meninos , que tem ufo de raza6,a deza, fen: deradas, e de pouco gafto? — prefume terem aos fete annos, ainda _—~P. Padre, a primeira coufa, que Ihe adver- — 6 tenhad commungado, como diz Lay- ti, foy iflo, que fe fizellecom moderagad , _ t.2. lib. 5. tr.7. cap. 4.n.2z, Eainda que “conf afuapobreza. #7 eile nad rer comettido culpa actual , fe bens , que effa peffoa tinha, era adminiftrar efte Sacramento, como — alheyos em efpecie , ou tinha outra fazenda lalobos in Sum. p. 1.tr.10.diff.4.u.7. ci- {ua que eftiveffe gravada com as dividas? . Boaventura , Soares, € outros}0 —~P, Padre, o que elletinha , feu era; porém 1s que nad fe requer peccado a+ devia outro tanto, os mais. fs.

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