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fo; aindadue Lugo, fup. m. 50. in fine diz, #Ochagavia na6 diz‘coufa aigia fobre re- er fegunda vez no mefmo dia a COmunhao: Sn a iua traza0 prova o mefmo do dia ante- snte, em q fe tivefle cOmungado por de- , como do mefmo dia, em que fobre- oaccidente; pois diz Ochagavia: Oxia fu (de cOmungar por devogad ) Eucha- non fumeretur tamquam Viaticum, quia tantum datur proficifcentibus ex hac vita. razaO (e-verifica igualmente naqguele, tando {a6, comungon algum, ou alguns tes , como naquelle , que fem acciden- enfermidade cOmungou no mefmo dia. én, quidquid fit de hoc yautros dizem, que le, edeve cOmungar por Viatico o enfer- ue eftando {a6 de manha, cOmungou por ocad. Os que tem efta opiniad fad , Gaf- urtado, Hurtado de Mendoga , Ludovi- 2S.Joa6 , e outros, citados por Leandro cramento p,2.tr.7. difp.2z.q.6. Turriano, efmo Ochagavia, citados, e feguidos Diana p.5.tr . 3. refol. 33. O-p.8. tr. réfol: §.Sed affirmativam,G tendo citado a Hurta- 9, Zambelo, e Efcobar, accrefcenta com hriftovad de Garcia , qué efta opiniad fe tem a ca algumas vezes na Companhia: de ‘ aT Rohs ate? 81 Omeufentirhe, que pofto fejaé pto- yadas huma, e outra opinia6 , comtudo jul- go, que nad ha obrigagaé de commungar fe- ~ Bunda vez por modo de Viatico nefte cafo5 aindaque julgo fe péde faze licitamente.Que a6 haja obrigaga6, fe prova; porque aquelle, e ‘Pe devogad ouve Miffa , ignorando fer ia de preceito, em fabendo que he dia de ena6 perfuadirfe que ja com aquella, que ou- vio, tem cumprido o preceito , como enfinei _~ has Conferencias tr.3. Conf'3..§.2. 2. 19.Logo _“aquelle, que c6mungou por'devogaé, ignoran- ~ do o perigo demorte, que the havia fobrevir, had eftd abe a comminngar fegunda vez, fobrevindo-lhe o perigo de morteno mefmo 4 i . Que fe pofla commungar fegunda vez eite cafo, fe prova ; porque fe alguma coufa avia de obftar a iffo , feria a prohibicad , que Tgreja tem pofto de cémungar em hum dia mas vezes, cap.Con/uluiftis,de celebrat.Miffar. da Igreja queira obrigar com tanto rigor, ue site aos feus flhos da confolaca6 aoe Eber nefte cafo o Sacramento por Viatico , bendo que qualquer Chrifts6{e prepara com Sfervor , e cuidado para o receber em oc- modo de Viatico. M8 P, Padre, tambem me accufo deter nmunhad duas, e trez vezes aal- receito , nad tem obrigacad de ouvir outra, eajic ef? , que nao fe hade prefumir da pieda- 6 apertada: logo havemos de dizer, ¢ cafo fe podera cOmmungar fegunda' ap. V. Parte II. Do modo deadminiftraro.Viatico. 69 guns enfermos, que nao eftavad em jejum. C. Levava v.m. o Sacramento occulto , ou com afolennidade: coftumada? Porque o le. vallo occultamente eft4 prohibido por hum Decreto ‘de Innocencio XI. expedido em 12, de Fevereiro de 1679.0 quaking publicado em Madrid no me{mo anno, no primeiro de Setembro, como affirma:Torrecilha iu Con- Sule. tr. 3. Confult, 13. .37. 0 dito Deereto refere Lumb. in _fine,tom.2. da Sum.de Aranha. P. Padre, eu nunca levava o Viatico occuls tamente, fenad coma decencia coftumada, * C. E perfeverava fempre o enfermo no mefimo perigo de morte? Porque fe livrou do perigo , e melhorou, e depois Ihefobrevemo meimo perigo, hecerto quetelhehade dar o Viatico. Icey 3h ke P. Padre , nad ceffouo perigo de morte: C. Cometteo o enfermo algum péccado grave depois de ter recebido o Viatico a pri- meira'vez? Porque fendo affim , tinha o en- fermo obrigaga6 de cOmungar fegunda vez , nia opinia6 deSoto; Tabiena, e Armilla, cita- dos por Diana p. 5. tr. 3. ref. 43. Aindaque eu fou de fentir, que neffe cafo eftaria obriga- do aconfeffar-fe ontra vez, por fero Sacra- mento da Penitenciaem todo o tempo necef- fatio para a falvaga6 ;;porém nad eftava obri- ado a cCOmungar fegunda vez, por naé fer e- e meyo neceffario, e precifo paraa falvacad, e porque j4 tinha cumprido o preceito Divino de commungar no perigo de motte : affim o diz Diana ibid. com Lugo, Hurtado, e O- chagavid. 3 P. Padre, nad tinha cahido oenfermo em nova culpa depois que tecebeo 0 Viatico,mas foy por ter devogad de cémungar mais vezes. C. Eftava elle em jejum natural quando v. m, lhe adminiftrava a Euchariftia ? Porque e- ftando 6 enfermo em jejum, he certo que fe lhe pdde dar muitas vezes aCommunhao. P. Padre, muitas vegesna6 eftava em jejum quando eu Ihe adminiftrava o Sacramento. 83 C. Nad duvido'que fe péde dar a Co- munha6d muitas vezes a hum enfermo, perfe- verando o mefmo petigo de morte. Aflimo enfina Fagundes én 3. prac. Ecclef-lib.3.cap.5. #,20, com Soares, Henriques, e€ outros. Diana /up.refol.37:com Lugo , Marcancio, e outros: e Torrecilha 72 Conf-tr. 3. conft2. m. 13. com Goninch, Layman, Paldo , Bonacina, e outros. A difficuldade naé eftd nifto , fenad em quantos dias fe hadde paflar entre huma, e outra Communhad. Soares, Reginaldo, Fil- liucio, e Bafleo, que os cita, verbo Communio , n. 45. julgad , que paflados dés , oito, ou feis dias, fe pode dar fegunda vez a C6munhad ao enfermo. Layman he de fentir, queao que eft4 coftumado areceber com frequencia efte Divino Sacramento ,fe tem pena de nad o - cebert
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