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,e abfolver a0 enfermo}; ¢ depois cebe: oo oe »| continuar a Con- 5 principiada. Para evitar taO graves in- ‘ eee tes, pices -_ ” enfermo hum ‘nfeflor; G 020 feja conhecido, para q pofla bafa: Os elle com liberdade, e Se eealin “mtempo baftante; eeftar o Paroco adverti- sa nad fair com o Viatico até. na6 lhe con- » que oenfermo tem acabado aConfiflaé, P. Padre, accufo-me , que fendo cha- confeflar hum:enfermo, e tendo ipiado a Confiflaé, o vi ta mal.difpofto, “eobltinado nas fuasculpas, que nad oachei paz da abfolvigad ; e naé obftante iflo., me Ypedio a Cémunhaé publicamente , e u nad tha quiz adminiftrar. . © GC. Procurou v.m.com vagar propor-lhe al, motivos para abrandar a fuadureza? Oo 3 faz, reprefentando ' com fuavidade ao “enfermo a fumma Bondade de Deos, as fuas “jmmenfas finezas,as fuas infinitas Mifericordi- “gs, as excellencias da Gloria ; ponderando-lhe | “‘osterrores do Inferno, a eternidade das fuas = zes penas’, e oinfofrivel das fuas chamas, +) P. Padre, eu Ihe dice tudo o que alcangava gminha capacidade, e lhe ponderei eftas cou- “fis conférme o mevefpirito., -C. Effe (ugeito era peccador publico? P. Padre; limtinhavivido mal. ; eC. Ao peccador publico fe péde, edeve “Wegar a COmunhad , ainda quando a pede pu- camente ; porém nad fe péde negar ao pec- dor ecculto, que pede a Commu u- Blicamente: e ifto muito principalmente, fe o feu peccado fe foubefle na Cofiflad. He doutri- ha cémua'dos DD. como diz Fagundes fobre 0s Preceitos da Igreja /ib.3, in n. 16, Caftro Palao p.4.tr . 24. 0. #.13. ehe expreffa do Doutor pe s 3) 9. 8. art. 6. im corp. onde diz: Manifeftis ergo peccatoribus non debet etiam petentibus fa- g ccatoves , fed occulti, nonpotefleis petenti- bus facra Communio ee Ouiy 55 Agora diga-me: Emque "Sbipas era efle homem notado? “oP. Padre, eraviciofo em jogar, jurar, e amt ’m era dado a es e torpezas.' FE. Quando eftava enfermo tinha em cafaa “eetalias proxima de pecear; iftohe, alguma ulhe . ‘com quem fe dizia, que tinha vivi- r Ae genero: de P) Nadi, Padre. ~ Shoes! ae > do fallamos do cafo de negar.a Gé- 4 had , fehade entender. por peccador pu- esp aquelle, que tem peccados publicos,que M0 Gbice para:receber a Communhaé ;, como : Ci en M reftituir 0 mal adquirido ;, hum coneubi- 9 que nad quer lancar fora de cafa a con- _Prel.\Cap.to. . a ic. punch. io dari... S vero non funt manifefi . reiro publico, que pede a Communhaé ,, 7 ap. V. Parte II/Do modo deadminiftraro,Viatico. 67 cubina, ehe ifto publico,: aeftes, e outros femelhantes, que tem peccados publicos fe hadenegar a COmunhad; porém nad fe hede negar ao que tendo fido notado de peccador , nao tem comtudo culpa publica , “que feja o- bice para receber dignamente a Communhaé, quando. elle a pede. Eaffim fez v, m. muito mal em negara Comunhaé a effe fugeito, pois aindaque .tinha fido, pecoador publico, com tudo , ng6 tinha culpa publica , que the im; pedifle a Communha6: e effla {ua indifpofigad, eobftinagad eraocculta. é ts P.. Padre, como eu fabia que a Communhad the feria, veneno , poriffo lha neguei. C, O que v.m. lhe dava na6 era veneno, fe+ na. medicina , aindague elle, pela fua ma difpofigad, nad fe spies della: e fendo occulta efla, ma.difpofigad do enfermo, nad fezy,m.bem em negar-Ihea Communha6, que elle pedia publicamente, pois refultava dahi afuainfamia,émdnota. — - : 76 P.. Tambem, me accufo, Padre, de ter dado com, efcrupulo a Commusha6 a hum louco ,. que eftava em perigo de morte. C.. Era pefloa Ficiats , de quem fe podia te- mer que fizefle alguma irreverencia ao Sacra- mento ? . : -P. Padre, elle bem quieto. eftava; e com effeito nad fez coufa a de irréverencia. C. Era peffoa piedofa, de quem fe podia efperar , que tendo [a6 0 juizo , pediria a Co- munhade . ee es . P: Sim, Padre. Gantt C. Conftava que aloucura 0 celheo eftani- do em peccado mortal? . |) P..Na6, Padre... $ C.. Aindaque Sa verbo Euchariftia 3. diz, que nad, fe hade dar a Euchariftia aos loucos em perigo de morte ; comtudo , iffo, he quan- do fe teme irreverencia, mas quando na6 fe teme , accrefcenta , que fe péde. dar ao louco, § nao he louco de nafcimento+e ainda diz co oaran que fe Ihe deve dar, em perigo de mor- te, quando antesidecair na loucura deu fina- -es deanimo, piedofo, E aflim na6 fe temendo »irreverencia no ¢ € V.m.propoem,e pre- fumindo-fe do lougo 5 que pediria a Commu- nha@ , fe eftivera em feu juizo perfeito, bem fe lhe podiadar, como. diz Machado tom, 2. HD. Pir t7./2. docun. 14, 4.5,€ COM outros -accrefcenta Diana p.5.. 17.3. 74/0. 46. queifto fe entende, quando na6 confte, quea loucu- ta Jhe fobteveio eftando elle. fp _peccado mortal; ehe coufa clara, que fe ifto conftar, e ellenad fe tiver arrependido, ou nad fe p q dér arrepender no tempo da loucura , nad The haviadedara Communhao, =, 97 P. Padre, tambem me accufo de ter _ dado com algum efcrupulo a Communhad a shumenfermo, que padecia huns Yomitos. ’

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