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igaG + do attrigao: fémente’, 2 mento da Penitencia; € nad ob- 8, na primeira Propofigao de Innocencio nao fe condena o dizer , que: para o Sacra- to daPenitencia bafta ter attricaé , e que § os Sacramentos bafta ter tengad ual ,porque huma, e outta fad feguras, HMedice na 1.P. tr. 10 2.21. Logo ain- {gue demos por. coufa mais fegura o rebau- ar debaixo de condigad ao menino , que fe jacom cedul# do feu Bautifmo , como fe- coula fegura o dizer, que eftd bautizado, © ferdneceffatio , nem decente repetir o tifmo. Veja-feon. 47. 1 5 «~P. Padre, tambem me. accufo , que ho por coftume rebautizardebaixo de cé- Gao, aos meninos , que por nafcerem com: te mperigo , {ad bautizados pelas parteiras + ©. Sad as parteiras mulheres‘ de baftante z tn Waade? ‘ / > P, Sim, Padre. ae 8 7) ©. Saé examinadas pro v.m, acerca do que TR tequer para o verdadeiro Bautifmo? © P. Padre , huma, e muitas vezes. 12 > C. Etemachado, que efta6 bem inftruidas Smeita materia® ))) WS a ~ P. Sim, Padre , muito bem. | ret “/ C.'Saé pefloas fufpeitas de feiticeiras? |, 7. P. Nad tem tal opiniad, nem fs ak i x +) C. Depois que ellas tinhad ‘baut “guntava-lhe v.m. como otinhad feito? | »P. Sim, Padre. LSS ea betes Bh Peano ie Cc. E acha que otem feitobem? «+ 6 ')P. Padre , fe ellas otem feito como medi-’ zado, per. * zem , bem feito eftard ; porém a minha duvi- ~ da he, que talvez o tenha6'feito de outro’‘mo-) _ do, comettendo algum erro, occafionado da’ _ perturbagaé,, gue traz comfigo hum cafo re- _ pentino ,e hum lance defufto. OF - »C. Pois, filho, fazv.m. uito mal , em-re- petit o Baurifino debaixo de'condigad porque uando a pefloa, que bautizou , em cafo de ceflidade,he de bom juizo; eftd bem inftrui- da,e ee depois acerca do modo de bauti- Tar , fe acha , que conférmea noticia , que da, faz 0 Sacramento bem feito , e nad he peffoa Motada de feiticeira, deve darfe-Ihe credito, e ) repetir o Bautifmo. “Affim Caftro Palao’ fup. n.7.Coninch loco cit. fubn.94. com bates, € a opiniad commua, Bonacinatom.r. b.1. de Sacram. in geng.z punct.1..37. efe com a raza6 acima, #. 43. Porque ne-? Re } cafo nad ha fundamento para prudente- @nte duvidat do valor'doB davidar efcrupulofamente com: fun=' tenue ; e por coufatad leve nad fe: irreverencia ao “7 5g . Cap. IV.'Da obrigacaé, dos Parocos;&€. utifmo:, Mas © “Quadvero, nad c ndena por te-- 59 prehenfivel o rebautizar debaixo de condicad no noffo cafo fundado em/que alguma vez fe tem vito enganar o demonioa partéira ; para ue nad bautize bem, e porqueo difpoem af+ im o Paftoral Romano impreffo em Antuer- pia ;anno 1067. folzo.'&@r. Gom tudo, ao primeiro., digo quetambem fe.tem vifto al+ guma vez enganar.0 diabo ao Parde@y para gue — ae bem je nem pore Heke autizados debaixo de condicaé os: quéhuma vez fora6ibautizados pelo raroco, ho guns do digo.com Caftro Palao /upra,, querias ter- ras aonde ha mifturade Hereges ferd bem fre- bautizar,debaixo de.c6digad aos que fad haus tizados pelas parteiras, € como-ent\Antuerpia coftuma6 concotrer alguns ', por effa raza0 naqvelle Bifpado ‘ha coftume de rebau- tizar debaixo de con@i¢ad:nefles cafos : e por iffo o Ritual Romano. impreffo m Madrid ; anno 1613. 0 tit. de form. i, '§. Cum Baptifnum, diz: Hae tamen conditionali fors ma (que hea de rebautizar’)' non paffim , aut leviter uti licet , fed prudenter., »\ubi re deli- Senter perveftigata, probabilis fubeft dubit atio, iihiday on facie baptigzatum, 47 Se puzeres objecgad ao argumento res ferido m: 44: de que fe deve feguir o mais fes guro, em coufas effenciaes. do Sacramento, ¢é que he mais feguro rebgutizar debaixo de c= iga6 , refponderey o. mefmo , quedice no #. 45. e por folugad mais cabal, ajuntarey aquel-+ le, eacfte atgumento ; que 0 feguiro mais feguro.fe entendeno'tempo , end atto de fas zer os Sacramentos ,'e nifto he que fenad. pé- de feguit a opiniad provavel,deixada a fegura; porém na6 eftd ‘condenado por Innocencio XI.-0 feguir omenos feguro’ quando j4 0 Sacram@to eftd feito. Affim Lumbieré tv. Pro- pof.n.198t. Ecomo anofla queftaofeja acer~ ca do Sacramento feito , eadminiftrado” parteira’, nad fe condena feguir nefte cafo'o menos feguro, ainda, cafo negado ; que.o fof- fe o nad rebautizar; 94S) ROL ay Gg e f? é zi ; é “89 : Da Adminifiagal Slee vit Peni- gi i: Gee eee Ln i 48 P. P Adre, actufo-me, que fay omif- » 0) dP efoh ent adminiftrar os Sacramens= tos; eem particular , em ouvir as confifloens doe penne Hezes. | 14 C. Porque’ caufa fe defcuida vim, em ma~ teria taé importante ? BS eee P. Porque tenho hum Cura cuidadofo; que: o faz, por mim. ee C, 'Falta'v. m: na adminiftragaé ‘dos Sacra. mentos, quando os pedem de ‘dia, ou de noi- te? Porque de noite na6 eftdo Paroco obri- Sacramento, ~~ gadoa adminitftrallos por fi niefmo, mas’ bafta: que Layman tom.2, ib, 5. tr. 2cap! gue 6 feu Ctra, ou Coadjutot 0 fagay exce- S. poe pto ent cafo jque o epfermo’ pede os’Sacra~: . mene 4 i ‘

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