BCCPAM0001175-6-1200000000000

ap. ITE. Da obrigacas, due os Parodos tem de refid i aos felis Paroquianos/ Barbofa de Of- baroch p.t cap.t.n.t. Machado tom.2, ib. 2 tr. 3. docum. 2, 1.3. Bonac. tom: 2. di/p. ca 4. prac. Decal. q. unic. punét. 8. fubn. nintain eft. Pollevino deOffie Curat. ci- feguindo-de Remigio in Sum. tr.2. cap. -Leandro do Sacramento p.8.tr.7.di/p. -aindaque eftes Authores fe na6 confor- go todos em fer , ou na6 peloConcilio Tri- Gentino efta obrigacad. Leandto‘he de {entir, Sue nao, citando pelo feu parecer a Manoel -Trullench; ViGorello, Soto, Ledefma, ucio, Barbofa, Bonacina, Machadoj’e igio julgad , que efta obrigagad nafce’do fio. Porém efta quefta6 importa pouco; eaflentado; como affirmad’, que tem 0 co efta obrigegaé , he coufa ; que pata-o fo intento’nad.conduz faber, fehe por pre- o Concilio ‘ou por outra Ley. 52 _C. Agora diga-me : porque caufa deixou de explicar a’Doutrina Chrifta ? tO ) Padre, porque no meu lugar ha hii Me- de meninos , que a explica com cuidado. Effe Mettre‘explica a Doutrina {6 na ef- - Ou tambem nas ruas, e nas rae me Padre , f6,na efcolaaexplica.; 9 =»? , Quando ha Meftre, que enfina a Doutri- “Ba Christa, he fentir de Leandro fae. “@urtos ; a quem cita, que o Paroco fica livre - “Betta obrigagad. Porém ewnaé poflo affentir {ta doutrina ; porque nos povos nem todos + - ‘meninos va6a-efcole, e aquelles, que a yentad , coftumad ter nas cazas de feus _ pays baftante enfino : e feficad muitos me- — hinos., filhos de gente pobre, que na6 apren-— dem em caza, nem frequentad aefcola, co- mo poderd6 aprender? E como aprenderd6_ : as meéninas , que commummente na6 vad a efcola; e fe muitas dellas fa5 filhas. de lavra- ores , e gente inculta, que nad lhes enfinad bs rudimentos da Fé, nem feus mefmos pays bs fabem, como com laftimofa dor fe eftad en- contrando por muitas partes ? E na6 fe padece the trabalho {6 nos lugares de poucos mora- lores , mas tambem em algiis mais populofos ; que pédem fer abonadas teftemunhas ‘qua-_ Sonfeffores de efpirito fe fentad no Con- - onario , e coftymaé perguntar com zelo a trina Chrifta : @ cada dia Ihes enfina a expe- cia, que em grandes, e pequenos ha fum- norancia , nad obftante haver Meftres , is fuas efcolas explicaé a doutrina. E termos , como poderdem ta6 miferavel ‘ter lugar a fentenga de Leandro? Ain- 0 Mettre fahiffe todas as Domingas, e — feftivos pelas ruas , e enfinaffe nas pragas Uttina Chrifta , perguntando aos meninos- ola’,e ouvindo-a os adultos , e outros” pinos , que na6 vad a ella, podéra ter al- a Verdade’a fentenga de Leandro. » Part, II, ears: A of ~ ‘nhuma caufa, ore # 24 Por efta razad julgo, que 9 Paroco, que quizer cumprir com a flaconfciencia, deve nos dias feftivos , depois do meyodia, ou na hora; que julgar mais conyesienté, mandar fazer final com algum fino , para que e'gente © acuda, eajuntar os feus fréguezes , @explicar- lhe em cada dia feftivo hum Myfterio, dous, outrez’, fe puder, coférme lhe parecer ‘enad o fazendo aflim , tema aquelle Ve Paftoribus , com que‘oameaga o Profeta Ezequiel cap.'3 4. 25° P. Padre, fe os fréguezes nd6 quize- rem acodir, que fareineftecafo? = 9 C. Se elles naé quizerem acodir’, a ellés,e naO a vim. lhe ferd imputado no Tribunal Divino; porque tendo vy, m. mandado fazer fi- nal pata fe ajuntarem a ouvir a explicagad da Doutrina’; ou mandar os feus filhos para a- prenderem, cumpre v.m..com a {ua Obrigacaé, E quando’ ifto na6 feja baftanté para os obri- gar , pode dar parte ao Bifpo , que com cenfu- ras os pode obrigar a que aprendas , como diz Barbofa de pote/t. Paroch. p.t. cap. 15 .n.6. A’= lém difto , quando chegao a confeffarfe , per- guntar-Ihe a Doutrina Chrifta: que fe qual- quer Confeffor 9 deve fazer com aquelles pe- nitentes, que prudentemente {fe péde cret que aignorad, como diz Azor tom. 1. Inft. mor. Hib 8.0.8 4.5. in fine, e fica dito na1.P tr.t.cap. I.”. 1, muito mais deveo Paroco fazer eftas por sunt , pois eft4 obvigado a cuidar em que. os feus neeieas faiba6 o que thes he necefla- rio paraa fua falvagad, De as AP DE UL O nh? Da obrigagad, que os Parocos tem de dizer Mif> fa.ao povo ,e pelo povo. 26 P _Accufo-me , Padre, que muitos di- _ eas deixey de celebrar Mifla na minhaParoquia, =i ote C. Duas coufas occorrem para examinar — nefte cafo : huma hea obrigaga6, que o Paro- co tem de dizer Miffa pelos feus fréguezes ; e defta falarey nefte capitulo mais adiante : a outra he a obrigaga6, q tem de dizer Mifla aos feus fréguezes : e para refolver ifto , diga v. m. efles dias, em que deixou de dizer Mifla na fua Paroquia , era dias feftivos ; ou feriaes @ P, Padre, eradhuns,eoutros, C; Nos dias , em que v. m. tinha de dizer Mifla nupcial , ou de enterro , faltava iffo? P. Nao, Padre. ‘A a C. Quado v.m. faltava a dizer Miffanos dias - feftivos, nad a encomédavaa outro Sacerdote? P. Sim, Padre. © C. Tinha v. m. caufa, para deixar de dizer -Miffa peffoalmente na fua Paroquia efles dias feftivos? _ sill its ae P. Alguma vez 0 faziacom pouca, ou ne- E3 C. He . if. “$3 id

RkJQdWJsaXNoZXIy NDA3MTIz