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indaque por entad, com effas cir- scias , haja fundamento pata o abfol- f efta vez : com tudo , naé ficard deftrui- jabito, ou coftume fem acto de dor tad fa, como era 0 feu habito ; pois {6 ficard do do habito, ou do coltume tanto, ra inten{a6d da dor , ena6 mais. Conclafad VIII. Digo 8. Que podendo o Confeflar efao penitente em todos os cafos refe- com tudo, em cafo que a emenda puca, ferd importante alguma vez ne- 3a abfolvicad , dando-Jhe remedio com ménia do rigor, vifto naé o poder om fuavidade, e brandura. Affim oen- pares, Villalob, Thom. Sanch. e ou- pitos citados por Diana parr. 1. tr. 7. gs. e Torrecilla fobre efta’ Propofigaé 8. #.11. Porque fe bemvo Confeffor , con- 9 Officio de Juiz, deve dar abfolvigaé mitente bem difpofto, tambem, como y prudente, lha poderd dilatar, para cu- Pes quem naé péde dar remedio Bada andura.’ | Porém adverte Lupo: de Panit. di/p. left. 10. #. 168. que feo Confeflor jugar , o dilatar-lhe a abfolvica6 fervird mais de no, que de proveito para’d penitente,; to- do efte m tédio.a confiflaé,. lhe naé lerd o Confeflor negar, nem dilatar.a ab> gad , eftando o penitente bem di r_concorrer alguma das circunft . aa cae i etre ae EE 6. tert ge ete tee ee ne een ito verdadeiro; porque nefte cafo nad fer 'dar triaga contra © veneno:, fenaé novo enenoparaOacabarde matar, is ; Conclufas. 1X. ys aye 7 41 Digo: 9. Que aindaque 0 Confeffor - a juizo, de queo penitente por fua fra- Jade reincidird nas fuas.culpas, e .em ta- eemendard,, o:poderd abfolver , com tan- que concorra alguma circunftancia das cionadas nas <conclufoens 2. até 6. «que | fundamento:para crer.. © penitente /entad vem com ipr. de emenda. yubifap.n.166.e: com Thom. Sanchoe lo; Diana p:6) #r. 6. refol,;30. e-tr. 7. refal, }da emenda he incompativel de que o-pe- mnte nad fe emendard ; eee eco aa eMPos ; pois Oo propa de prefen- e a= een fe:a houver) ferd.de ite; .Atqui vindo o penitente com pro- ito de emenda, pode fer abfoluto:: 4o- aR eer ti st i ; i CRAG a52° Poderds dizer; que ifto parece -éftar Sao is soit * - Pelo Santiffimo Padre Innocencio XT. for ditas, que dem fundamento a hum pro» pec Atazad he; porqueo verdadeiro propo- 215 condenado nefta Pro 6, pois nella fe condena o dizer, que péde fer abfoluto o penitente, aindaque naO haja alguma afpe- ranga de etenda. 253 Refpondo, _ na6 eft4 condenado, que o penitente poila fer abfoluto precifa+ mente, porque na6 haja efperanga de emen- da; porém juntamente por dizer, que bafta {6, que o penitente ore tenus diga, que tem dor, e que fe emendard : Atgui a nofla coficlu- fa6, na fe funda {6 no que o penitente diz, fena6, tambem em outros motivos, que per- fuadem o feu propofito verdadeiro, por en- ta6 , aindaque depois na6 o haja de cumprir? i , &c, Br. Manoel da Conceigad fol. 85. , n. 169, 254 Daqui fe infere, que ainda pofto que O penitente tema da fua miferia, e fe per{ua+ da que naé fe emendard , poderd fer abfoluto, concorrendo algum dos motivos acima ditos, que perfuadem , que o penitente por entad vem com propofito verdadeiro. A razaé he; porque o julgar, que: pelo tempo adiante na6. haveré emenda, he compativel com a verdadeira dor, e propofito ; como com Loe pes ,Henriq. e outros diz Laym. 4d. 5. tr. 6, cap. 4.n.8, poisador, e propofito {a6 actos da vontade, € 0 juizo, ou perfuafaé das reincidencias he acto do entendimento, como bem diz Silveftre verb. Confeffio, 1.4.21. & ¢. Conclufad X. 255. Digo 10. Que fendo o coftume de cados veniaes, v..g. coftume de amaldi- ar mhaterialmente, ou de juramentos verdas iros fem neceffidade,, de mentir, ou mur- murar em coufas leves.; fe efte coftumechea materia,xremota total do Sacramento , ifto he, ue 0 penitente naé conféfla outro peceado , ad efte coftnme de peccados venises;nefte cafo fe hade difcorrer de mefmo modo , e.ap > re doutfinas, que temos dito ca do coftume de peccados:mortaes 5 pois aflim hum., como 0, utro, por fi.dad-fundae mento para que o Gonfeffor ‘faca verdadeiro juizo., que:o penitente na6 vem com verda- deira dor ¢ propofito. Atqui o-Confeflor nab pode abfelver-ao -penitente fem fazer juizo, om o.penitente traz verdad ira dor , € propos tO OBO, MC 00) an1u9 2 apy 256 Dirds: Os peceados veniaes {a6 mates ria voluntaria da confiflad, e fe podem omit- tir naconfiflaé, fem:peccar: logo parece hu- ma_.coufa:muito durao dizer , que fe pode ne- © ra abfolvigad 20 penitente, que confefla Trrerasél dos veniaes decoftume, 008$7- a que he verdade que os js veniaes {a6 matetia voluntaria da confiflad ; porém no cafo de-coftume na6 fe nega

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