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a parva, mas materia grave, ) finalmente, que na fica con- opiniad de Oliverio, ¢ Bonacio, re- or Diana p. 4. refol, 212. que diz, que que muitas, vezes no dia propoe.n, avontade de nao rezar, {6comette seccado em numero ; porque todas ellas rades fe. unein na exterior omitlad da reza; seerto nad. eftar condenada efta opiniad, obitante a certeza, ou duvida da fua pro- idade; porque, como bem fe vé, he porte, diftincto daqueile , de que falla a S PROPOSIC,AM .LY,? tisfaz ao preceito da Communbad annual wiley que communga em peccado mortal. genada. , 17. Digo t. Aquelle, que communga em fado mortal, nad cumpre com o precei- ; Communhaé annual : e 0 contrario eftd denado. O mefmo fe hade dizer das mais alioens , em que obriga‘a Communhso, v. perigo , ou artigo de morte} nos quaes komeite dous peccados mortaes aquel- ue communga facrilegamente; porque lette hum peccado contra o preceito da mmunhad , e€ outro contra areverencia do cramento. Olas 218 Digo 2. Que aquelle, que pela Paf- A commungou facrilegamente , tem obriga- 6 de commungar depuis , com boa dipolis 6. A razad he} porque quem tem de fatis- zer huma obrigegad , e nad a tem fatisfeito, ‘obrigagaé. de a fatisfazer quando puder, #@ todo o Chrifta6 he obrigado a com- Smungar huma vez.no anno, e nad tem fatif- feitoa« ies com a Communhaé fa- " Scrilega ! ergo, &c, Nad obftante , naé fica cons Pedenada a opiniad contraria de Granad, S. An- onio, Valencia , € outros, que cita,e fegue Diana p. ptr 4.refol, 61. como fente Torres Na fobre elta Propofigad fol. 198. concl. 3. n. 6, Porqueo preceito, que obriga em tempo etminado , cella, quando nao fe cumprio Mtro defte tempo; como fe vé naquelle , por fua culpa deixou de ouvir Miffaem bdia Feftivo, ou nad jejuou na Vigiliade im Santo ; o qual nad tem obrigagad de ou- Miffla, nem de jejuar outro dia , que nad )de preceito, para fuprir com ifto a falta ecedente : Atqgui a Communhad annual o- gaem teinpo determinado, que he o tem- ida Pafcoa: logo aquelle, que nefte tem eumprio o preceito da Communhaé, fics Obrigado do preceito. Veja-fe o principio Dialog pag. 2. 2. 2. Pe PROPOSIC,AM’ LVI ee Frequente confiffad , e Communhad be final ‘predeftinacad, ainda nos que vivem como rentios. Condenada. + ‘Pelo Santiffimo Padre Tnnocencio XT. 2If 219 Nad {6 he improvavel, mas temera- rio o diger , que a frequencia da confillas, @ Communhaé he final de predeftinag:6 em quem faz huma vida taé relakada); que para eile nad ha mais ley , que o feu appetite , nem mais Deos, que o vicio, vivendo’como Pz 226 ,ve nad como Catholico, O mais certo final de predeftinagaé he a vida ajuftada, e elte he o caminho, qug guia para o Ceo s «Qué bona egerunt , ibunt in vitam eternam: logo aquelle, que fegue os dilatados caminhos da perdigad, tem finaes de reprobo , ‘e ‘precitos Qui vero mala, iniguem aternum..>) ' > ‘220: De caminho quero notar o Decreto de Glemenre XI. acerca'da Communhaé quo- tidiana, no qual por caufadabrevidade, {6 notarei quatro pontos, que contém: |: O primeiro nad determina coufa fixa acer- ca da Communha6 ; mas antes deixa ifto a -difcriga6 dos Parocos, ¢ Confeflotes, para que eftes attendendo ao retito, »oragad\e virtus des da peffoa, lhe permittaé commungar con- forme a {ua difpofigad. | O fegundo , que a Communha6 quotidiana nao he de direito Divino. . O terceiro, que naé communguem em Se- fta feira Santa: nem os que eftiveremi {aos communguem na cama ; levando-lheo Sacra» mento o¢culto dos Oratorios: nem tambem das Igrejas fe pofla levat occultamente : e que a ninguem fe dem mais, nem mayores fdr» mas, que as que commummente fe ufa6. * O quarto, que naé6 fe confeflem de pecca- dos veniaes com Sacerdote fimples : bem ver- dade he, qué na6 annulla as taes confilloens 4 poréin obra6 mal , aflim o Sacerdote fimplez, em 0 permittit; como o penitente emo fas zer, Efte Decreto fe achara em Lumb. tom. 2, pag. 108. PROPOSIC,AM LVIL. He provavel , que bafta a attrigaé natural , com tanto que feja bonefta, Condenada, 221 Digo 1. A attrigaé natural, pot mais honefta que feja, na6 bafta para o fruto do Sacramento da Penitencia , e muito menos pa- ra a juftificagad, fem a confilla6 : e o contrario eftd condenado, Prova-fe ; porg entre a difpo- figad, e a forma hade haver proporgaG: Atqué a graga he forma fobrenatural : logo a attriguG natural nad pode fer difpoficad para a Nee A davida he, fe a attricad natural pode! er difpofigaéd baftante para o valor do Sacramen- to, vifto na6 fer baftante para o fruto, Duvi« da Filgueira , e Lumb. Hozes nega: e Torre- cilla affirma, fobre efta Propofigaé , fol. 455. concl, 2. num. 7. (x feq. onde defende, que a Propoficad condenadz falla do’ valor, e do fruto juntamente : logo nad fe Condenard o dizer , que bafta {6 para o valor, e nad Oe o rue +

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