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182 que de faa natureza fora inftituidos por Chri- morta pela culpa. Naz. P. das Conferencias tr.4.de Sacram.in gener. e fe pode ver explica- do o como pédem os Sacramentos de mortos caufar a fegunda graga per accidens , e como os de vivos p6dem caufar a primeira. Tam- bem ha huns Sacramentos, que {a6 necefla- rios neceffitate medii para a falvaga6, como he o Bautifmo, e a Penitencia para os que tem comettido peccado mortal actual. Outros fad neceflarios meceffitate precepti;. como a Euchariftia , e a Extrema-Unga6 em perigo de morte, e a Confirmaga6 na opiniad com- _mva. Outros nad fa6 neceffarios nem nece/fi- tate medii, nem neceffitate precepti;, pois 16 {a6 de confelho, como he a Ordem , e o Ma- trimonio. Supponho tambem, que efta condenaqad. falla com todo o genero de Sacramentos , af- _ fim de vivos , como de mortos ; e tanto com os que {a6 neceflarios neceffitate medit, ou _ praecepti , como com os que naé fad neceffa- _ Flos: e€ o que acerca difto fe condena, explj- earei nas conclufoens feguintes. dos Sacramentos , e intenga6d do Miniftro fe condena o poder ufar de opinia6 provavel, _deixando a mais fegura; porque o valor dos ‘Sacramentos depende deftas trez coufas taé _effencialmente , que na6 fe pode fuprir. figad zr. 1: concl: 2. #. 67.) porque he mat ria, — de que pende: effencialmente o valor do Sa« crament z % ' proximo , para que foyinftituido, * ro Digo2, Que aqui naé fe conde ‘guir a opiniad provavel acerca da integtidade material da confiffa6, como diz Lumb. na edigad Latina, - oe efta: Propoficad, obferv. 3. §. 1. 8-26. E a'razad he; porquea integridade material na6 he requifito eflencial para o valor do Sacramento. wa Daqui fe 'infere, que péde praticarfe a 0- _piniad provavel, que diz, que as circunftan- Cias agpravantes nad fe devem explicar na confiflas. Tambem fejnfere, que nad fecon- denad nefta Propofigad as opinioens prova- Veis acerca de dimidiar a confiflaO, € acerca dos peccados duvidofos.”. .. jagdiey jo” pe at. Digo 2 Que tambeny nao, fe conde- Maa opiniaé Thomifta, que -_* Sacra- rer e k 4 eee ' 'Tratado X. DasPropofigoens condenadas fto Senhor N, para dar a vida efpiritual a alma: 9 Digo 1. Que f6 nas materias . e formas » ~~ Do que fe infere’, que nao obftante fer opi- _ ia6 provavel, quea fenrada, e agua rofada _ he materia legitima para o Sacramento do Bautifmo; com tudo, na6 fe péde praticar _ efta opiniad (féra do cafo de neceffidade, co- ‘mo advatte Torrecill. explicando efta Propo- | . A’cetca do cafo de neceflidade diz _ _ Caflperfe-tr. rx. dé confcientia , difp. 3. fed. 5. | m.42. que nefte cafo cede o Sacramento da ‘orgu reverencia; que lhe’ he devida, pelo bem'do opiniaé condenada diz: In conferendis Sa -, mentis: o que {6 toca ao Minttro, en na fe- ‘contraa condenagad, . TT ae re : eo, ee —— - , mento valido, e informe. Lumb. in San 1200. ¢x in obfervat. Theolog. obferv, 3. 25. oy obferv. 25.§. 3. an. 524. Ear porque o Sacramenco informe na6: valor, mas fim no fruto do Sacramento {6 fe condena o que toca no valor do “mento : logo naé fe condena a opinia -cramento valido, e informe. 12 Eaccrefcento, que nefte Decreta) fe condena o dizer, que os Sacramental “tos.com opiniaG provavel, deixada fegura, feja6 validos, -fena6 o dizer, ifto feja licito, como claramente con texto da mefma Propoficas, nad he illicit Daqui vem, que aindaque fe condena zer, que fera licito ter {6 intengad h para fazer os Sacramentos, com tudo fe condena o dizer, que fera6 validos og} cramentos feitos com intengad habitual gual opiniad levou Soto, Navarr. Henrrig outros, que cita Machado tom. 1. /ib. 3. ph tr.1.docum.5. fubn. 4. J 13 Do que temos-dito fe infere 1, aquelle , que efteve muito tempoein alg coftume, ou occafiaG de peccar, e fec feflava com boa fé , na6 eftd obrigado a rej ‘rar as. confiffoens delte tempo, que [a6 ¥, das, e informes. Infere-fe2. Que fe algu por ignorancia ( aindaque feja vencivel) xou de confeffar algum peccado, crendo ef -neamente, que nao erra peccado, ou quet era mortal, nad eftd obrigado a reiterar as ¢ fifloens , em queo omittio, fenad que baftag cufarfe do tal peccado , que omittio. Diang 3. tr. 4. refol.108. com Navarr, Vafg. e outrg 14 . Digo 4. Que efta condenacaé 9 comprebende as opinicens, que favoregg aos penitentes,, nem falla com elles, feng com os Miniftros. Efta conclufad feg Meftre Hores, e Torrecill. fobre efta Pri fol. 12: 11.95.¢ 0 P. Fr. Manoel da Conceyga no feutr. de pent. d.2.q. 6.".113. Porgu penitente. 15. Dagui infere Torrecill. que 6 pem tente, que chegou a confeffar-fe {6 com: tricaé tida por outro motivo ; ou aquel dd por materia hum peccado da vida pa fem explicar aefpecie , nem o individi confifla6 voluntaria, nem pecca, nem 16 Donde eu tambem infiro, que.naot condena a opiniad de Lamburino im metham expedit .Cofef] lib.1 .cap.13 §:1. de Silvett. v Confeffio, q.11. Soar. de penit .difp.12.2.9. € outros, G cita Moya #F.3.4ip.5-9. 5.§.2.que zem, que quando a confiflad he {6 de pecca veniaes, bafta {@ 2 dor virtual inclufa na tade de receber o Sacramento, aflim ‘é

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