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Koc ees ; Gee vidas! he Ep e a = a pe ; oe fap. Doimodo,comgfe hade havero Confefor &c. 175 jtulo apparente, e fappotte,com quein-' muito negra, e immundal) Serd raza6-ter tanto 6dourar , ¢ paliar a tua negligencia tad. cuidadocna ‘refeigaé do corpo ,-e tanto def- enfivel;e deve o Confefforzelofo alen- cyido:ne atimento daalma? Serd jutto cuidar m efficazes razoens a tibieza dos que’ tanto nailimipeza dos veltidos , que abrigad miflos niefta materia, e¢ convencer os eflecortuptivel corpo,era6 pouca applicagad is fundamentos dos que queremdefen- emconférvar puros ,e impale ‘os veftidos pre- fea defcuido com pretextos fingidos. cifos do-efpirito ?: Tanto cuidadoem atten- “ma6 Ihe hade fazer iftono principioda der a confervagad ; e decencia deflexcorpo, fla6, feaad’no fim della; antescom grande que hade. fer fultento.dosbichos, paitodo:pé , ia , quando’o penitente diz, queha ecinZa3 e tad pouca attencaé em tratardefla no, ou mais, que nad feconfeflou, alma, que he huma' joya riquiffima ;lavrada ita6 o Confeffor diffimular compru- como primor do Supremo | Artifice: quea e nad agaftar-{e poriflo, nem repre- criowafuaimagem, efemelhanga ; que o fez ogo o penitente, fena6 calar,; pata- immortal’; incorruptivel ; capaz de over, de ccador fe na6 acobarde , efeconfum-. o gozar,e de entrar na Gloriaeterna * lem dizer as fuas culpas, oudeixardeas) ~. Se chegafle a huma praca hum Eftrangeiro | lat por medo: depoisque o penitente’ com hum thefouro de‘dobroens, .¢ mandaife . mitado todo'o'veneno dafuaconfoi- publicar hum bandoy que quem quizeflé di- pode afearlhe a tardanga em chegat nheiro’,concorreife! ali; ¢ de graca the daria Tamentos; e alentallo aque os frequen-) todoo cabedal , que quizefle : haveria alguem, m algumas razoens;eaefte intento pod» que nad concorreffe ali a receber. daquelles: erasfeguintes; == © ©. @dobroens?:Depofitou Deas nos Santos Sacra: pC. A virto-lhe , filho’, que nad feja_ mentos os mais preciofas thefouros: do feu. idado em receber com frequencia o% amor , da fua graga’,das fuas mifericordias» Sacramentos , que {a6 refeigad:da al- que valem mais que todoo ourg... prata, pes antidoto das fuas doengas, remedio das rolas, diamantes, e riquezas.; offerete a fua § enfermidades , confolagad das fuas: pe= bondade de barato eflesthefouros aquantos §, alivio das fuas tribulagoens , meyo pata os quizerem receber : logo he grande loucus | Acer as {uas tentagoens , arma para render ra fer hum Chrifta6 tad pouco cobicofo deftas demonio., fortaleza: nas fuas fraquezas,e riquezas, que fe prive.dellas por feu gofto , e beranga da°Gloria:ererna» Poucoamortem por nad acodira recebellas.da mad daquelle feu Deoso Chriftaé.; que he negligenteem liberaliffinid Senhors:Se ¥.im. fe achafle en-— meceber no feu peito. Cheyo ‘de-finezas\o fermo de hum mortal aceidente, e hum Me- mmo Bem ficou commnofco Sacramentado dico perito fe offerecetfepara ia curar gracio- _ elie Pad Celeftial gpoatc o feu affedto famente com fuavidade, com-carinho,e fem — fummamente @nhtranharfe no, peito intereffe ;ena6 acodiria v. m. com cuidadoa om os.amorofos lagos'de huma my+ ‘cobrar.afaude da mad do tal Medica? Tem iniaé: e he torpe correfpondenciaa v. m..aifuaalmaddente com os perigofos ac- uidado je negligente, que ingrato a cidentes das culpas ; offerece-lhe o Divina tos:favores recufa efta uniad como feu Medico a faude com huma triaga\faudavel , 16 querendo:hofpedallo nointimodo huma-fuaviflima medicina com os doces cor- cad. py oa oe oo «oo deaesdosSacramentos ; que recread, regdlaé,- bem he indicio claro do poucoamor, refrigéraG.,,e da6 faude como pois fe acha. m a fuaalma o Chrifta6, queatem tad y. m. ta6.bem com os féeussachaques, que nab a do feu :alimento, ede ta6 Divino quer receber.a faude, de quem tadliberalmen- , Diga-me,filho : fe v.m. eftiverafem te lha offerece?, fio). eh t feis , owoyto mezes, humanno;ou /Repare:tambem y que'a memoria humana, — ‘tempo, nad moireria com fome? ‘Pois he fraca ;;oquehontem fez; j4 hoje nad: Ihe, m, tenv a fua almatodoefletempo pri- lembra: dilatandoaconfiflad por tempo largo, — airefeigad de Pad taé foberano , ferd comiofe poderd lembrar das culpas?;Como has — @cilo que. cliaefteja muito desfalecida,fra> de ter namemoria asefpecies, circunttancias,. } edebilitada; fe v. m. nad muddra a’ca- e numero dos'peccades ? Nad adverte, que em feis),,.ou oyto mezes ,.na6 eltaria fe poem aperigo. de que as fuas confifloens fe~ egra do que o carva6, feya, enotavel- jad muito fufpeitofas , lhe efquegad muitas -Matichada ? Seem outrotantotempo culpas, ¢ mad faga a deyida diligencia ‘de as r.v.m.atunica da fuaconfcienciamas examinar, paflando tanto tempo? Confidere, da'confiflad , ie for defcuidado.em reno- filho ;que a nofla vida he fragil, he inconftan- Veftido da fua alma em. tanta diftancia te, he vidromuito quebradigo, e eft expofta ezes4.como)leftard aroupa do feuinte- a acabat-com bum repentino acdideite. : Ito He precifo eftar muito carregada,feya’, he cafo, que tem fuccedido a muitos, e os = a ‘ A, ‘ ; Aetna “caloy 2S
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