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a ee se pis e ‘yae Tratado VI. do VI.Mandamento. guardas , que fa6 os accefforios; porque Oac- 2.4 #. 14. aonde ventilaremos, que je ceflorio fegue a natureza do feu principal. dem jogar os Ecclefiafticos 3 eno tr. - Villalobos , depois de citar a Silveftr. Na- am. 11. aonde direi, fehe licito ao y * ‘warr.e Lefl.diz,abi fupr .3. que efta fentenga . fos expor dinheiro ao jogo. Aqui tog he fegura na praxe. E ainda Leff. lib.2.de juft.. que praticamente conftuma fuccede; cap 13.dub.10. 8. 73: diz , que efta opiniad he materia. ; a mais verdadeira que acontraria, que obriga 164 P. Padre, accufo-me , que ten - es guardas.a reftituir, quando na6 accufa6 as cio de jogar muito. _ + | fazendas fobreditas. © ’ C. Coftuma v. m. jogar algum jog 162 Seinftares, dizendo:Ocriado, que to; ou joga demafiado? diffimula , ou he occafia6 de que furtem algu- P. Padre coftumo jogar demafiado ma coufa de feu amo, tem obrigacaé de re- C. Aindaque o jogo naé he intring - ftituir , quando a tal coufa eftava entregue ao te mdo, ordinariamente he peccado, - feu cuidado, como diremosadiante neitetra- acceflorios, que o acompanhad, ‘com tado cap.g. Sed fic eff , que os guardas {a6 co- dito: e pelas perguntas feguintes refa mo huns criados,a cujo cuidadoeftd entregue as mais frequentes. j §@ porto : logo eftaraé obrigadosa reftituiros | C.. Coftuma v.m. fazer trapagas no, danos, que te feguirem da {ua diffimulagaé: P. Padre,algumas vezes coftumavae Refpondo, que ha grande differenga,e difpa-, de falfo, para fazer crer ao meu com ridade entre hum,e outro cafo; porque ofur- ro que.eu tinha muito jogo. tar de cafa dos amos he contra a juftica com- C, Iffo he licito , porque ha humas. mutativa, enad he penal aley, que o pro~. gas legaes , que o me{mo jogo traz conf _ hibe 5 porém he penal:aley, que prohibe vv. g. envidarde falfo, envidar ao reftog _. paffar as fazendas fem ferem defpachadas: e¢ quatorze de ma6, € outras {emelhantesy Be aya Be aos ‘como feja provavel que a ley penal na6 obri- quaes todas faGlicitas; como tem Lugg ga emvconfciencia, por efta raza he prova-. outroscom Dian. p.7. tr. 9. refol. 43. Out B../ ~ vel, que nefte cafo na6 ha obrigaca6é de refti- ci ha injuftos, v. g. ufar de cartas ,% i _ tuir, aindaque no cafo.dos criados\hajaefta’ dados falfos, efconder cartas, e por-lhe | obrigagad. © PY OS ae -.\\. gumasnotas para asconhecer. Villalob. ¢¢ - » Se repetiresa inftancia,dizendo: Aindaque outros, p.2. tr.18. diff. 4. an. 6. O jogared éftaley feja penal arefpeito dos paflageiros,, eftes enganos, além de fer peccado, traz com que levao.as fazendas fem defpacho,, nao he: figo obrigacaé de reftituir o que affim f Bae, penal a refpeito dos guardas: Refpondo,que.. nhou ; porém nad deve reftituirfe aqui Pay” a ji tendpa ley penal para os paflageiros , eefcu4) que o outro companheiro poderia acafo Pp fando-os da obrigega6 deireftituir,confeguin- ganhado, fenad houvera effas trapagas, i temente efcufa aos guardas, por ferem eftes: que eftaganancia he duvidofa: fed in dy bits os acceflorios, e aquelles os principaes; por-| melior eff conditio poffidentis : logo comoae que o acteflorio fegue a naturezadofeu prin-) quelle, que ufa eflas trapacas, efteja em pofle cipal, Reg: 42. de reg jurim6. O.mefmo. que: dodinheiro, que nad perdeo, nad deve rey fe tem) dito dosguardas ‘dos portos; fe hade! ftituilio. ~ Qi . dizer refpe@tivamente dos guardas dosmoa=: + 165 Diga-me: v. m. obrigou por forga: tes, coitadas, erios, &e. 7 guma peffoa a jogar ? 1 “INL SU 3 7G BE MOR RU eee . © P. Padre,f6.a hum, que ao principio co PARTE X. |. »:: gowa jogar voluntariamente comigo,e de Gs DoFego = :; ~~. ~— de me ganhar alguns toftoés, queria levantat SOG LG Hea OIG Neds? sh ey Sait fe do jogo ,o obriguei por forga a continua 163 “¥ Ogo Eft contraftus, quo ludentes C. Peccou v.m, contra juftica;porque0 Vis © tee; J ister Je pacifcuntur , utwidtori ce-. olentar'a huma pefloa a alguma acgaO, a gue +S dat, quod uterque depofuit. Chama- nad he obrigada , he peccado contra jul fe contrato , porque nefta raza6 generica’ eooutro na6 tinha obrigacaé de ptia convem© jogo com 0s outros: as maispar- nem continuar o jogo,ainda quando gana ’ ticulas fervem de differenga, nas quaes 0 jo- logo peccou v.m. contra juftic¢gZem OV go fod te contratos. O jogo. tar ,e obrigaraque continuafle 0 jogo. — “nad he mado de fia natareza, mas he confa in- 166 Ediga-me : ganhou-lhe v. m. de differente , fendo tomado por modo de recre-, algum dinheiro? dio eA ‘ aga6', aindaque nelle fe coftuma gaftar malo’ P. Sim, Padre, algumdinheiro the ganhet tempo, e a ae a fazenda,e outrascon- depois de obrigalloia jogat. | : 4 ».. fequencias perniciofas, qué aexperienciamo-' C. Na opiniaé de Soto ib. 4: dejuft. 4. $i -) @ ftracada dia. Algumas coufas tocantesaiefta. art.2. de Caftro de leg. pen. cap. 2. conch - materia do jogo trataremosina 2. P. trat.t1.c.. Sanch. Jib.4. dewmatrin. difp. 1o.num. 4. ¢ a 3 4 2 > Roe ae Le 2h te "Rees
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