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428 — Tratado VII: do VIL. Mandamento. elles fe defmandarad,e comérad emhumacea- fe defmandaflem a fazer algum damno 2 raalheya. ; __P. ‘Nad, Padre , antes os deixei foltas, C, Nefte ponto fe hadde notar duas coufas; G, Previo v.m. que fe os deixava fo hita, fe he licito apafcentar os gadosnosmon- poderiad fazer efle damno na ceara? es, Ou campos alheyos;€a Outra, O damno, e. Padre, nad me occorreo tal coufa,: r _ que os gados fizera6 na ceara. E em quanto a C. Succedeu-lhe a v.m. 0 mefmo com os _ primeira, digo, que na6 he culpa apafcentar feus gados em outra occaliaG? os gados em montes, ou camposalheyos,quan- =P. Nad, Padre. : a do os taes campos, ou mo ntes na 6 fadtapa- CC. A omifladde v.m. em nad fegurat Og dos ,e por confequencia, nad.ha obrigagaé gados, nad foy culpa Theologica ; po de reftituir, Aflim o diz Banhes ,e Led efm. para ifto he neceflario que haja peccado ;¢ citados,e feguidos por Villalob. p.2.tr. 10. na6 fe pode cometter fem advertencia do diff. 19.".7. O meimo fe hade dizer daquel- no: logo, &c. E {6 foy culpa juridica a le, que corta lenha em matoalheyoaberto; omifl2d, por fer negligente em pdr em b o qual na6 pecca, nem tem obrigagaé de re- recado os feus gados : e nad tendo precedigi ' ftituir. v.g. quando dous: lugares tem cada culpa Theologica, na tem v.m. obrigagad de hum feus mattos , e os moradores dehum Lu- reftituir efles danos , como fica advertido ng - gar fazem lenka os m ttos do outro; os #. 80. e tambem o enfina Sanch. én Suu: p quaes nad peccad, nem eftad obrigadosare- Jib.2. cap. 23. n. 160. com Molin. e outrogy ftituir. Leff. 4b.8. de juft. cap.5. dub. 4.n.55. Omefmo fente Azor p.3./1b.4.ap.8.§. At pris - Porém fe o matto he de alguma petloa parti- mae, Leff. 4b.2. cap 7. v.24. & 25. Eaind@ cular, ferd peccado, e com obriggad dere- que efte damno tivefle procedido de culpa” - ftituir leve, ou grave, conférme o damno, ‘Theologica venial, na6 teria v.m. obrigacaGae “Y que fefizen 0k ea aoc. 9 a dep relimir, nem-ainda debaixo de peccadé 79 Omefmo fe diz daquelle, que pefva, venial, como diz o Cafpente tr. 18. di/p. ou cagano monte, ou no rio commum, 0 qual _feé#.1. .61. Sanch. cit. e outros. A razad hey na6. pecca, nem tem obrigagaé de reftituir, porque deve haver proporgad entre a obrigay Villalob. ubi up. diff.17.n.1. (2. A'tazad Ga6, e atraiz donde procede: Atqui a obrigas de todas -eftas cokes qné-as leys, gad.de reftituir o damno grave, caufado com que prohibem o paftoem campos, fazerle- ainjufta damnificagad, he coufa grave: logay oe nha em matos, pefcar em rios, ecagarem cou- a6 haverd obrigaca6 de reftituir o tal damng, _ tadas., que {a0 de alguma Communidade , a6 quando a culpa he fomente leve. a ' Teys penaes, suis aC on cneinge cro da 82 Porém Molina som. 3. di/p. 713. tocan fentenga do Juiz: .dtgui he provavel queas do em termos ocafo de v.m. enfina, que aay leys penaes naO obrigad. no foro da con{cien- damno feito pelos gados fem culpa do donoys cias como das leys, que {a6 mézamente pe- ou a filbo fem culpa de feu pay , ou o criad@ye naes , diz Navart. #2 Mazual. cap. 23. num. 55. fem culpa doamo, iad tem obrigacad de oy Azor p. 1. lib. 5. cap. 6.9.4. e outros ;0 que reftituir, nem o pay ,nem o amo, nem odowe tambem affirma Dian, p.1.¢r.10. re / ol.zo. com no}; porque a obrigacaé de reftituir nafced _ Villalob. das leys mixtas de preceptivas, e coufarecebida, quando hum toma, e fe ap ’ -penaes; o que tudo fe péde ver nas Conferen- veita da coufa alheya, ou infitie fifica, ou me _ cias Moraes tr. 6 per tot. ondé de propotito ralmente para efle fim ; ou nafce da accepgaG fetrata eftamateria: logo asleys, que prohi- injufta, que he por ter fido caufa culpavel) bem a pefca, caga, paftos, &c. emmontes, Theologicado dano ; enenhuma deftas coufag) “ourrios communs, e alheyos na férmadita, fuccede, quando os gados fazem algum dame, na6 obrigademconfciencia. = = ~~. mofemculpado dono: logo naé ha obrigas! 80. Para refolver a fegunda difficuldade do ¢a0 de reftituir. - cafo propofto, havemos de fuppor que os 83 _Efta doutrina {6 péde ter huma diffi Theologos diftinguem dous modos de cul- culdade fundada na opiniad, que diz, queé '» pas: huma Theologica, eoutra juridica. Cul- Jeys penaes obrigad em confciencia, como fi pa Theologica he/aquellagcqad, ou omifla6, fentir de Azor , Soar. e outros , que cita Di €m que entrevem | ido. Culpa juridica hep. 1. tr. 10. refol. 17. em cuja opiniad pece huma omiflaé, e énad entrevindo pecca- v.m. em apafcentar os feus gados no campo do, fe deixa de prevenir alguma diligencia, alheyo; logo deve reftituir o damno, que _ de cuja omiffa6 refultou depois algum dano. mefmos gados fizeraé depois na cedra. Pro A culpa juridica {6, nad bafta para a injufta fe a confequencia: porque quando algum, 6 damnificagaé_induzir obrigagaé de reftituir , brando humacoufaillicita, he caufa de alg «mas he precifo concorrer culpa Theologica. damno » ten obrigacgaé de o reftituir : na op 81 Suppofto ifto, pergunto agora: v.m. niad, que diz, que v.m peccava, apafcentaa prendeo, ou fegurou os gados, paraque naQ_ do os gados na monte alheyo , abrava “a . illi

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