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i Gee FIR: 7 | ‘tzog featem’o contrario , e dizem , que fe ha- de re@ituir , fe depois fe chegar a melhor for-) Tratado VIL. do VI. Mandamento. Cae —— ee yy = ee ; 7 o® vo fefeunirem naivontade, ¢ no ¢ pefloa , que furta. = somo f verem Leff. Jib.2, dejuf, 15 Ecomonosfurtos de v. m.: yeu! ee . ae oe feq. eptincipalmente tanta diftancia, poriflo fe continuat a oe di bs u.6, Porém como era {6 grave a fua necefli- mente ; € aquelle ultimo furto, que 0 Cidad a dade, he indubitavel que peccou ; ¢ ocontra- tuhiothum cruzado, foy peccado ma ta 5qua a rio efté. condenado por Innogencio XI.na_ Ia razad de reter os precedentes, Arazad gades Be. Propofigad 36.citada;e confeguintemente eft4 porque nos furtos pequenos, para fe ec mend bk ¥, m, obrigado a sha a ae ; a wir aarere grave, rh eer nt por ee ilidade paraiflo, que fe requer, quando le toma por ju oc a figricns suse Reet Ret ie P \% Mani o furtar dous toftoens por -huma} ‘ cK fe ke APRIT TY .LO. 11, - huma pefloa medianamente abaftada , he: may' . ' Dos furtos pequenes, _ cado mortal : logo o furtar-lhe hum eri ven ee bri - por vezes ferd materia baftante para con 16 42 P. % Adre, accufo-me, que furtei a peccadomortal. = ) ati ae Pr outra pefloa quantia de désto- 19 Os outros furtos, que v. m. foy cé Pid ftoens. b RStte A 39 i Weve nua ae alae furtado por vezes| attel , C. Fortou iflo por huma vez,ou por mui- cruzado , {6 forad per /e peccado vepial, tas? on if its : .», fentir de Leff. ib. 2. de jut. cap. 12. dub, tp P. Pormuitas vezes, _ Wi «44 ede outros , até que eltes furtos che met C, Por quantas vezes furton iffo?. -) fem aconftituir outra materia grave + pot <n WE Serine doze vezes, . . entad fe conttitie outro. peocado mortal, ci €. Furtou v.m, por humavez aquantiade rém havendo vontade , e'anyno. de rete nit “doustefteensjuntes?) = Quatatia id de antes furtada, c da furto ful ah P, Sim, Padre, aultima vez, | quente era materia de peccado mortal. Fi tof C. Bapefloaerapobre? ceo ado mortalo ultimo furto,g me P. Evade medianaesferan = «-«-—«_—C;=—«iéC hit mate iagrave,, he pelaretencadg rad -C, Na occafiad em quey.m.tomovesdous furtos precedentes: logo fe nos furtos {yb fta toftoens juntos, peccou mortalmente. quentes perfevera a vontade de reter 4 mal gu 43) Agora dige-me: a primeira vez, que tia precedente furtada, cada furto ferd pe ell Gj tomoy quantidade pequena, teve animo deir cado mortal, Leff, ct, Veija-fe a Propol. 38 th . centinuando os furtes ?, soo condenada por Innocencio XL. tr.17.) 7) be Ak P. Naé, Padre: mas quando tinha ocealiad, 17 P, Padre, acevfo-me, que vendi hit co continuavs afurtar, pipa devinho por mitido , ¢ as medidas ¢f lo “C. Aguelle , que furts coufas pelo miudo ~ com animo de continuar os furtos até mate- ¥ia gtaye , comette hum peecado mortal em cada furto, pela vontads, que em cada hum dellas tem de fazer lefaG grave ao proximo. - 45 Diga-me mais: quanto tempo paflava entrehom furto,goutro? P, Padre , ordinariamente paflavad: daus mezes ,e as vezes tres, We ats) _C. Pofto que anteshouveffe opiniad, que a quantia , que fe furtava por vezes, e por fur- tos pequenos , na6 conftituhia materia de péccado mortal, nem induzia obrigagaé pra- ve de reftituir ; comtudo , efta opiniad j4 hoje he improvavel , por eftar condenada por Innoccencio XI. na Propof.38. 7.17. Mas nad obftante , eu julgo, que na condenagaé nad fe comprehende a opiniad de Navarr. e outros, que cita, e fegue Thom. Sanch. in Sum.tom.2, lib.7.cap.24; #.10. que quando en- tre hum furto, ¢ outro fe paffa hum anno, nad conftitiie materia grave ; porque para ifto de- ve haver continuagaé moral; quando entre hum furto , e outro fepaffa hum nno , na6 ha conrinuags6 moral: logo entaé nad con- ftituem matetia grave os furtos pequenos, fal- & 7 % defle modo? . OR. Padre , importaria em doze eruzados, | algum tanto dimsinntas. _,C, Quanto importava o que v. m. afurpe . Q. Pefto queacima dicemos, que quan hum furta por vezes, neceflua de dobrag quantia para conftituir peccado mortal , ¢ @ bafta,quado fe toma por junto; e aindag, ¢ mo aecrefcenta Lefl .4ib.2.de juft: cap.14.d num, 46. tambem fe requer mayor qt de, quando fe furta a muitos , do quec . fefurta ahum (6; entende-fe do fimples Ia dra6, ifto he , daquelle, que furta quandotem occafiad, enad daquelie , que furta porindy {tria, como he o Carniceiro, Taverneno: Eftalajadeiro,on Tendeiro, G nos pezos,e mee) didas defranda6 a Républica: porque neftes para coftituir materia de peccado mortal,bal a mefma quantidade,que feria fufficiente, fe! tomaffe toda junta. Fagund. i» 7. preceptt %, ri 23.2. 20. : a 18 Porém occé@rre nova difficuldade é aflinar a materia , que neftes, que furtad« induftria , ferd fufficiente, pata conftituir per cado mortal; porque como eftes taes furtal a pobres , ea ricos, que verh as fuas tendas@ i” i co
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