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Cap. X. Dos Confelfores } quelfolicitad. abfolver , feni quev. m. o denuncie. » x P. Padre, eu lhe empenho minha palavra de o ir denunciar; e agora feja fervido de me abfolver, porque efta aqui muita gente; e fe eu nad commungar, cuidard6 que he ou- tra coufa. . UN ; C. Ror evitar efla nota, abfolverei a v. m. dando-me firme palavra com feguranga de que cumprird afua obrigagaé em ir logo denun- ciar effe fujeito : e para iffo me valho da opi- niaé de Navarr. Rodrig. e outros citados por Dian. p.1. tr. 4. refol. 22. OS quaes enfinad que quando o penitente he pefloa fiel, e timo- rata, ede quem fe cré que cumprirda fua o- brigagad, fe lhe péde dar aabfolvigad , com promettimeato, e propofito firme de fazer jogo a denunciagad , quando ha algum incon- veniente em nad abfolveratal pefloaa =! r8r P,. Padre, a quem heyde fazer effa denunciaga6? © bee C. A algum Commiffario do S$: Officio ; que raro he o lugar aonde o na6 haja, fendo lugar pepeicts ou ao menos o haver4 em pouca diftancia. ies " P. Padre, e como heide fazer a denuncia- 6? ut : gpiv *C. Hade v. m. bufcar o Commiffario, e di- zer-lhe , que N.:ou Fr. N. detal , Clerigo , ou Cura, ou Beneficiado de tal Igreja, e de tab lugar, ou Religiofo de tal Convento, a foli+ citou torpemente no Santo Sacramento da Confiffa6. =. >! RAST ST OCT hp P.. Padre; he impoflivel que eu pofla ir fa~ zer effa diligencia fem nota , e fem efcandalo. C; Pois, filha, dando-me vy. m, licenga, eu farei'a denunciagaG.ao Commiffario,: .>s .-P. Padre, eu Ihe dou licenga para o fazer. --C. OConfeffor ira a0 Commiilario (tendo: occufliad-oppertuna para iflo) ‘e denunciard ao! folicitante ; e nad tendo lugar para fazer. vert balaiente a denunciagas , a pode fazer por Hu- — | BBS ma carta do theor fegy hivit » Sint 182 Pa ” omandado:deffe San» to Tribunal git ,@ quem a Sé Apofto> kita concedeo Face teat a Sacerdates que na cha ota a turpiay tago a faber a vom. como N. Cura, ou Beneficiado, ou affifente em tal Lugar, ou Religtofo de tal Ordem, Conventual em tal. Convento , folicitou a N.ad tutpiayna cule Sacramental ; do. que dow av.m, noticia, com ficenga do penitente Solicitada, 16 be fer im: poffivel. fazer por fi mefmo eflai 7 - “ . e ifte. fe: prover o que for mait comveniente, Didaem tal. lugar, ial dia;:mex ¢ qrinoy Ge. : 83 | ‘Advirto aos Confeflores que nunca, the he ticito:perguntar ‘ao :penitente query foy © folicitante, falvo no cafo, em que por * 10% nitente denunciar peffoalmen- nad poder o te , haja dé fazer 0 Confeflor por elle denun-_ CiagaGy porque entad He) precifo que o Con- feflor faiba quem He o folicitante, para fazera denunciagaé na f6rma’, que témos dito: Tambem advirto ao8miefmos Confeffores , que na6' fe encarreguem: facilmente ‘da obri- gagad de denuheiar ;*porque tem ifto graves inconveniuntes : mas o mefmo penitente faca pefloalmente efta diligencia, excepté-em alga cafo, que lhe feja impoffivel denunciar po | mefmo ; 0 que rara vez pode fucceder. Nem fe tiem facilmente'de fazer a denun- ciagad por'carta,g facilmente fe péde perder,e fe perde muito na perda de femelhantes cartas! Facilmente fe acha6.os Cémiflarios do S. Offi- cio , € raras vezes péde fucceder fer necefla+ rio valer-fe de cartas para ta6 importante ne- gocio: ed cafo, ‘que ma6 feja facil’ achar-fe outro. néyo, € fe honver de fazer a denuncia* a6 por carta; he precifo que feja com toda 6 feguranga , p ra que a carta fe nad perca.’ 184 Conchao com lentatregar, que fe pondére bem ‘efta materia, fe pafle-com ma- dureza. Nefte tratado apontei algumas: opi- niens Leia en ae em algum cafo diffi- cultofo', @ ‘apettado.potfa o Confeflor ter-al- gum defafogo, e aliviac com prudencia ao delinquente} quando a occafiad o permitte, e quando fe:poder fazer fem efcrupulode 'con- {ciencia , porferem muiros\os dannos , que fe The haddeifeguil. 205 es8og101 Ye) Qu ct) - Porém ‘procure ‘oConfeflor: julgar Yempre 6 mais feguro,; porque'the d muito pezo, ¢.im- rtancia o bem: geral dentoda a Igreja je10 cramento , que Deos'poz pata ‘medicina das almas, o fazem veneno algans facrilegtos para the dar morte:! Que dmayor-laftima péde ha ver? E podéntos)repetic aquellas palavtas tad fentidas » qué Deos dice por Jeremias' cap..3} Nitnquid 'refina non: eft in Galaad?: Ant medi- non eft ibi?.quare ergo-uon ef obdudta'cica- Fine filia 2a mersib oiv .joic 0S) 9 ~ovA cau proceder con r es. vetteo enw venenos; e>myitas pefloas’ nab 0 ‘fe. atrevem amianifeftar: dos Confeflores as ‘ou Fr N. detal,— ches porque) a'medicina’ fe: cont! fuds fraquezasy que) pdt temerem , quedan- do noticiadellas;:nad as hadde deixar viver em paz Eftasheavlattiaiay: que deviamos. chorar-com lagr fangue; eaflim2ims porta muito} qué’ huma mal dade ta6-horrenda fe caftigne, ehaja:exemplés em quefoutros carmentemm, 0 ospersqs!oh of FAMGo 9: 4 -| Outrasmbitas doutrinas pertencentes'a efta: ees come ip » dhe. faga prefente efta noticia, para fox materia {eipodem-verma part), a) naexplicas Da : ropofigoens 7.°¢ 78) lcomdenadas por: DWI ro! och oppreg:: opel sh vc5h st cidty offo 10¢c sup. peels en 2isvRtompe nt -sh smano ot croboiteO chinog :Ofnsbeon tomstci slit .ensmed orende ob robinh eos | Ca: pataciaal
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