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feed , ? — . 2 : Ga; : te , = ae ss furs ' ee ; way Y see BA r ooo (Cap. V.doEftupro. refittencia. Sanch, Jib. 7.de Matr. difp.14in.11. ‘LefNavar,e-outros , a quem Cita, e fegueFa- gundes in 6.pracept fib.6. caps. Villalob. p.2. ‘tr. t1 aiff 3.05. Porqueella »e.nao os paystem e407; i o pleno dominio mo feu corpo, Porém fe'v.m: a comheceo,e deflorou com violencia , /aind nao lhe prometeffe cou- {a alguma,fempre eft obrigado’a reftituirlhe , i146 todoo dore , mas fim aquelle exceffo , de que neceflitaalém dodote, pata poder cafar : v.¢. fe ella eftando com {ua honra havia de achar cafamento competente:com trezentos cruzados de dote, por eftandeflorada necefli- ta de quanbentos cruzados ;.e! nefte cafo tem y.m. obrigacaé de lhe reftituir duzentos ; por- que teve efle dano por culpa de v.m. Villalob. citado n.13. Navatro in Sumatin.cap.16.0.17. eoutros. \ CLS TROT s * P. Padre, ellacafou do mefmo modo , co- mo (e eftivera honrada , fem mais dote do que Jevaria { feeftivefle fem lefad ; porque caton com dote igual ao de fuas irmas. ue C. Neffe cafo naé eftd v. m, obrigado a re- farcir coufa alguma; porque naé fe lhe feguio’ dano slgum do eftupro. Leff./, 2. de jut. cap. 10.dub.21.5. © outros. . 27 P. Padre, accufo-me, que conheci ou- tra, com confentimento feu, entendendo que eftava donzella, porém 34 eftava deflorada. © C: Solicitou v. m. effacmulhercom rogos jmportunos, dadivas frequentes , ou promef- {as encarecidas? 7 age Ghd ae P. Sim, Padre, muito a folicitey , e por va- tios modos.)? 85199) 2hQeh, Fe): C. ‘Era peffoa inferior a.m, como ¥.g. cri- ada, &c. MOG BS P. Nad, Padre. ath ans? .°C, Os rogos importunos:de pefloa,que tem authoridade , como hum amo'pata com ‘% criada , heomefmo.que violencia, como di- zem cOmummente os DD: Porém quando os rogos importunos na6 fad:de peffoa de’autho- ridade, he fentirde Medin. Cordov. Gaetan: e outros, a quem cita Dian. p.2. tr.16. refol. 48. que fe iguala6, e reputad por violencia; ainda que Letl. Pedro Navar. e Ledefm. citados por Fagond.in 6 pra@c.hb. 6,cap.5.n.t1: §. Ali, ten- tem ocontrarios o> 3) Porém o fentirde Medina me parece vet- dadeiro , pela facilidade; que fe acha nas mu- theres, que em fe vendo folicitadas com ro- gos repetidos , parece que na fabem refiftir. ' «28 -Diga-me: efla mulher padeceo alguma 4nfamia, por the fuccederiffocomv.im? ~-P. Sim, Padre, foy fabido em todo a “MG. Publiconfe iflo, porque’ v. m. fe jaéto de a ter gozado, ou pelo terdito aalguma peffoa ? ai aaa P) Nad, Padre ; nad foy por culpa minha, porque ella o dice a huma pefloaent fe- porém ella na6 quiz confentir. — ee gredo, e dahife divulgou. brigado a refarcir os danos , que dahi fe fegui- - rad, inteirando-Ihe jo dote competente para tomar eftado. Navart. Magor, e Pedro de Na- varra, a quem cita, efegue Bafl. verb. Stu- prum 1.5. im fupplem.e outros ,'a quem cita, e fegue Bonac., tom.1. de Matr. 9.4. puntt. 17.0. 7. Gir 2S ‘Porém quando v. m: nad foy a cavfa de que ; fe publicaffe effa falta, nem dhe tinha feito vi- . olencia, na6 tem obrigaca6 de ihe reftituir coufa alguma. Baff. no lugar citade Villalob. tom.2. ty .11. diff. 30,". 16. Paguod. in 6. prac. Decal.lib.6.cap.5. "19: § Dicendum tamen eft, Porque efta obrigacaG de reftituir ow fe havia de fundar em ter violentado‘a eff4 mulher; ou ~nainfamia, que fe feguio depois, Nad fe po- de fundar na violencia; porque ella confen= tio yoluntariamente; como fe fuppoem ; e JScienti.¢> volenti non fitinjurie, Tarsbem nab fe péde fundar na infamia , pois ella ,e nad v. tm. foy a caufade fe infamar : ¢ affim'nad efté v.m.obrigado areftituir coufaalgama, 29 P. Padre,accufo-me, que entrei varias 69 C. Sev. m. fofle a caufainfamia, eftaria o- a ee vezes em Cafa de huma donzella, eafolicitei; _~C, Tevev, m, defejo de a gozar ‘Opgiolentiaks (A871 Oe hoe d § ~~ P. Naé, Padre, fe ella naé confentiffe , eu ie yea wh ey da nn cence _ C, Conforme a‘ddutrina , q por forga, que fica t eferida, ‘que quando adonzélia confente vol wntaria- ma donzella fem violencia, na6 He eftupro. dogo tambent ‘nad be eftupto o. defejo ea conhecer fem violencia, °° 30 Diga-me, feguio-fe algum difcredito aeiladonzella, por v.tm . terentrado em fua CMay sets 4 MO Bigs dR -* P. Sim, Padre, julgdra5 que eu a tinha de- fldraday 12 Gh o7%: Gul, .. C. Sabia ella qué havia io povo effe rumor, por entrar v.m.nafua cafa?' E PL Sima Padte; 210" CE ID APG Bat 4 os “fentimento'della, on'contra fua voritade? > (P.' Padre , ella dava-me entrada livre, eef- pontaneamente. a » G,Sevim lhe tivera entrado em.cafa con- trafwa vontade, eftava obrigado arefarciro dano, que fe feguio da infamia, inteirando-the dote competente conforme o que ella per- deo por'efle rumor; porém fe ella livremen- te confentio que v.m. entrafle m fua cafa, fa- ‘endo 6 ramor , que havia na gente do povo, nad Ihe deve reftituir coufa alggma. Molina ¢r.3. difp.106, cono)1. & outros, que fem no- . ’ , me Mente , na6 ha eftupro.j na6b teve defejode | _ Vv. m.malicia de eftupro ; porque o defejo tem amefma malicia do feu objecto: chegarahu- ~ : -) (C.Entrava v. mi fafa cafacom feu con-

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